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terça-feira, 15 de novembro de 2011

H.S- A GALINHA DOS OVOS DE RAPADURA


AUTOR: ERILSON SANTIAGO
ILUSTRADORA: NATHÁLIA FORTE

A GALINHA DOS OVOS DE RAPADURA

            CANDOCA ERA  A GALINHA MAIS FAMOSA DAS FAZENDAS DO QUIXADÁ. ELA ERA CASADA COM O GALO TELECO, UMA BOA DONA DE CASA E SABIA FAZER TUDO. ELA TRABALHAVA COMO COSTUREIRA FAZENDO BOLSAS DE CAPIM.
CORTAR PALHAS DE CAPIM.
            QUANDO IA  AO CANAVIAL PEGAR CAPIM SEMPRE ESPERAVA TELECO  DEITADA A SOMBRA E TOMANDO CALDO DE CANA. ELA DIZIA QUE FAZIA MUITO BEM PARA A SAÚDE PORQUE ERA UM SUCO MUITO FORTE.
            QUANDO CHEGAVA EM CASA, CANDOCA TINHA QUE TRABALHAR E AINDA TINHA QUE CUIDAR DOS SEUS PINTINHOS.ELA OLHAVA OS CADERNOS PARA TER CERTEZA QUE ELES ESTAVAM FAZENDO A ESCOLA.
            DEPOIS DE TUDO FEITO, CANDOCA IA PARA SEU NINHO, BOTAR OVOS. TELECO GUARDAVA TODOS OS OVOS DA CANDOCA, EM UMA CAIXA GRANDE, PARA QUE NENHUM RATO PUDESSE ROUBÁ-LOS.
            UM CERTO DIA, TELECO OUVIU UM BARULHO QUE VINHA DE DENTRO DO ARMÁRIO. FOI OLHAR E PERCEBEU QUE OS OVOS, QUE ESTAVAM NA CAIXA, TINHA SUMIDO.
            CANDOCA FICOU APAVORADA, POIS NÃO SABIA QUEM ESTAVA ROUBANDO SEUS  OVOS. TELECO RESOLVEU FAZER UMA REUNIÃO COM TODOS OS ANIMAIS DA FAZENDA PARA TENTAR DESCOBRIR O MISTERIOSO LADRÃO.
ELE GRITOU:
            _ ATENÇÃO, ATENÇÃO! GOSTARIA DE SABER DE VOCÊS SE VIRAM ALGUÉM ENTRANDO NO GALINHEIRO. OS OVOS DE CANDOCA SUMIRAM.
OS OVOS DE CANDOCA ERAM DE COR MARROM CLARO,POIS ESSA COR ERA DEVIDO A MUITO CALDO DE CANA QUE TOMAVA E, ASSIM, TODOS ACREDITAVAM QUE SEUS OVOS ERAM MUITOS FORTES E SAUDÁVEIS.
            NA NOITE SEGUINTE, OS TRÊS OVOS DE CANDOCA SUMIRAM NOVAMENTE. TELECO RESOLVEU PASSAR A NOITE PARA VER QUEM  ESTAVA ROUBANDO OS OVOS.
ELE VIU AS PEGADAS NO CHÃO DO  GALINHEIRO E RESOLVEU SEGUIR O CAMINHO PARA VER ONDE QUE IA DAR. DEPOIS DE ALGUNS TRINTA PASSOS, ELE DESCOBRE  QUE AS PEGADAS DAVAM PARA UM FORMIGUEIRO.
            TELECO COLOCOU A CABEÇA NA PORTA DO FORMIGUEIRO E VIU TODOS OS OVOS ARMAZENADOS EM QUARTINHOS SUBTERRÂNEO. ENTÃO, ELE RESOLVEU ACORDAR TODOS OS BICHOS DA FAZENDA E JUNTOS FORAM AO FORMIGUEIRO BUSCAR OS OVOS DE VOLTA.
            CANDOCA FICOU MUITO FELIZ POR QUE CONSEGUIU TER NOVAMENTE SEUS OVOS. MAS TODOS DESECOBRIRAM UMA NOVIDADE QUE NEM MESMO CANDOCA SABIA. OS OVOS TINHAM SIDO LEVADOS PELAS FORMIGAS PORQUE ERAM FEITOS DE RAPADURA.
            E ASSIM, CANDOCA FICOU CONHECIDA, EM TODA A REGIÃO DE QUIXADÁ, COMO A GALINHA DOS OVOS DE RAPADURA. PARA QUE TODOS SE LEMBREM DE CANDOCA, A NATUREZA LHE FEZ UMA HOMENAGEM, NO LUGAR ONDE ELA GOSTAVA DE PASSEAR COM SEUS PINTINHOS  A NATUREZA FEZ  UMA ESTÁTUA DE UMA GALINHA GIGANTE.


Erilson Santiago e Nathalia Forte


AUTOR: ERILSON SANTIAGO
ILUSTRADORA: NATHÁLIA FORTE

A GALINHA DOS OVOS DE RAPADURA

1.  CIRCULE CADA PARAGRÁFO DO CONTO E ENUMERE-OS COM OS NÚMEROS ORDINAIS.

2. COMO SE CHAMAVA O MARIDO DE CANDOCA?
(      ) TILICO            (     ) TELECO       (      ) GARNIZÉ      (       ) CANDOCE
3. ONDE CANDOCA COSTUMAVA IR TODOS OS DIAS?
(      ) NO CANAVIAL             (    )  NO CARNAVAL        (    ) NA CASA DA MÃE
4. O QUE CANDOCA FAZIA TODOS OS DIAS QUANDO IA AO CANAVIAL?
(     ) BRINCAVA COM OS PINTINHOS
(     )  NAMORAVA COM TELECO
(     ) BEBIA CALDO DE CANA

5. QUEM ESTAVA CARREGANDO OS OVOS DE CANDOCA?
(    ) OS RATOS                    (    )  AS FORMIGAS           (     ) OS GATOS
6.  AS FORMIGAS CARREGARAM OS OVOS DE CANDOCA POR QUE:
(    ) ERAM DE COR MARROM.
(     ) ERAM GRANDES.
(     ) ERAM DOCES.
7. É HORA DE ILUSTRAR! IMAGINE COMO CANDOCA FAZIA PARA COSTURAR AS BOLSAS DE CAPIM E DESENHE NO RETANGULO ABAIXO.
 







8. VOCÊ TEM VONTADE DE CONHECER A  CIDADE DE QUIXADÁ E A PEDRA DA GALINHA CHOCA?
ENTÃO ESCREVA UM BILHETE PARA CANDOCA AVISANDO QUE VOCÊ VAI PASSAR UNS DIAS EM SUA CASA PARA CONHECER AS BELEZAS DA CIDADE DELA. NÃO ESQUEÇA DE COLOCAR SEU NOME, OU ENTÃO ELA NÃO VAI SABER QUEM ESTÁ MANDANDO O RECADO.


 













sexta-feira, 11 de novembro de 2011

H.S- O PATINHO BONITO


O PATINHO BONITO
AUTOR: MARCELO COELHO.

Era uma vez um pato chamado Milton. Sei que Milton não é nome de pato. Mas já vai saber por que ele se chama assim. Quando ele nasceu, todos tiveram a maior surpresa. Aliás, não foi quando ele nasceu, foi quando viram o ovo de onde ele nasceria.Não era ovo de pato comum. Era meio azulado e brilhante. A casca era meio azul. Os pais de Milton, quando viram o ovo no ninho, foram logo perguntando:
_ Mas o que é que esse ovo está fazendo aqui?_ Isso não é ovo de pato.
Ouve uma grande discussão. E acharam melhor esperar para ver o que acontecia.
Um dia a casca se quebrou e de lá saiu um lindo patinho. Era azul?Não, não era. Era um patinho normal. Só que muito mais bonito do que os outros, e os patos sabiam disso. Acharam o patinho tão bonito que resolveram que não era justo dar para ele um nome qualquer. Ele era diferente. Era mais bonito. Como é que poderia ter um nome comum, como “Quá-Quá” ou “Quem-Quem”? A mãe então decidiu que  se chamaria  Milton.
Todos acharam muito estranho, mas acabaram concordando que um patinho tão bonito merecia um nome especial.
O tempo foi passando e Milton era o patinho mais bonito da escola.. Todos olhavam para ele e diziam: “como ele é bonito!” ele se olhava no espelho e dizia: “como eu sou bonito!” e ficava pensando: “ sou tão bonito que talvez eu nem seja um pato de verdade. Tenho até um nome diferente. Meu ovo era azul. Eu me chamo Milton. Quem sabe eu sou gente?”
E Milton começou a ficar meio besta. Diziam: “Milton, vem nadar!” ele respondia: “eu não. Pensam que sou pato como vocês?” todos os patos começaram a achar o Milton meio chato. Ele foi ficando sozinho. E dizia: “não faz mal. Sou mais bonito. Vou terminar na televisão. Vou ser o maior galã.”
Uma noite Milton resolveu fugir de casa. Foi até a cidade para tentar entrar na televisão. Chegando lá foi logo dizendo: “ Eu me chamo Milton. Além de bonito, tenho jeito para ser ator de novela”. Juntou gente em volta._ Hi! Não enche! Você está é fantasiado de pato!_ disse alguém.
_ Mas você não ver que eu sou um pato de verdade?Se eu tivesse usando roupa de pato, eu seria da sua altura. Mas eu sou baixinho como um pato! Como um pato de verdade!
_ Então como é que você sabe falar?
_ Mas os patos falam! _ disse Milton, quase chorando.
_ Não vem com essa, ô malandro_ disse um guarda que estava ali por perto. Você é um pato mecânico. E o guarda foi logo agarrando o Milton para arrancar a cabeça e ver o que tinha dentro.
_ Me larga! Me larga! _ gritava Milton. – eu sou um pato!Um pato de verdade! Sou um PATO! Um PATOOOOOO...
De repente Milton teve uma estremeção. Abriu os olhos e viu que estava em casa. Ele tinha sonhado. E agradeceu dizendo: “puxa, ainda bem que sou um pato como todos os outros! Ainda bem!
                                                                                     MARCELO COELHO
01. Como se chamava o patinho bonito?
(    ) Qua-Quá.
(    ) Mário.
(    ) Milton.
(    ) Quem- Quém.
02. Qual era a diferença entre o ovo que nasceria Milton e o ovo dos outros patinhos?
(    ) era comprido.                            (     )  era azul.
(    ) era feio.                                       (     )  era quadrado.
03. Por que a mãe de Milton decidiu dar para ele esse nome?
(    ) porque ele era diferente.
(    ) porque ele era pequeno.
(     ) porque tinha nascido azul.
(    ) porque era mais danado que os outros patinhos.
04. Por ser mais bonito que os outros patinhos, como Milton começou a ficar?
(    ) alegre.                                      (    ) iguinorante.
(     ) triste.                                        (    ) chato.
05. O que fez Milton querer ser um pato de verdade?
(    ) os conselhos da mãe.
(    ) a surra que levou do pai.
(    ) o sonho assustador que teve.
(    ) o abandono dos outros patinhos.
06. É hora de ilustrar! Imagine a maneira que Milton acordou do sonho e registre no espaço abaixo.

H.S- O BICHO FOLHARAL




AUTOR: COUTO MAGALHÃES

O BICHO FOLHARAL

A onça já estava cansada de ser enganada pelo macaco e prometeu que o pegaria mais cedo ou mais tarde. Então, lembrou-se do córrego que cortava a floresta – único lugar onde os animais iam beber água. Pensou: “ uma hora dessas, o macaco vai sentir sede e passará por aqui”. E passou a montar guarda no lugar.
O macaco sabia que a onça estava a sua espera no córrego e passou por maus dias. Com sede, sem água para se refrescar, ele suportou o quanto pode. Mas, no fim do terceiro dia sem beber água, já não agüentava mais. Estava seco! Foi neste momento que lhe veio uma idéia brilhante: “ vou passar de novo esta onça para trás!”, pensou.
Na árvore onde estava escondido havia uma casa de abelhas.. ele olhou bem para aquele zum-zum-zum lá dentro e procurou o melhor lugar para furar o enxame e pegar um pouco de mel. O líquido grudento escorreu pelo galho e o macaco lambuzou-se da delícia. Depois, caiu em uma moita de folhas secas, que o cobriram por completo. Só se via seus olhinhos piscando na moita.
Disfarçado com as folhas, o macaco se encheu de coragem e seguiu rumo ao córrego para matar sua sede. Chegando lá, topou logo com a onça e tremeu. Ela olhou bem para ele e foi logo perguntando: “ nunca o vi por aqui, que bicho você é?” “ sou o bicho folharal”, respondeu o macaco todo sem graça, disfarçando a voz.
“Huuuuummmmm!”, resmungou a onça desconfiada, mas não percebeu nada. “Pode beber!”, disse.
O macaco disfarçado de bicho folharal, disparou para o córrego, balançando as folhas enquanto corria. Estava com medo de que a onça desconfiasse de existia algo esquisito e descobrisse seu disfarce. Bebeu, bebeu, bebeu a água até a barriga doer.
A onça, cismada com a sede do bicho folharal, disse: “você bebe muita água, hen? Está há quanto tempo sem vir ao córrego?
O macaco sentiu um frio na espinha de medo. Enquanto tentava disfarçar a sede e embromar a onça, a água começou a amolecer o mel. As folhas foram caindo do seu corpo. Primeiro apareceu o rabo. Depois, as orelhas, e quando viu, já estava totalmente descoberto.
A onça ficou furiosa e pulou na direção do macaco. Mas já era tarde, ele já estava longe, em cima de uma árvore. Entre as folhas, ele riu mais uma vez da onça.  Estava pensando em qual será sua próxima aventura.
                                                                                COUTO MAGALHÃES
AUTOR: COUTO MAGALHÃES

01. O assunto principal do texto é:
(    ) a amizade do macaco e da onça.
(    ) o córrego que passava na floresta.
(    ) o disfarce da onça.
(    ) as brigas entre o macaco e a onça.
02. Quantos parágrafos têm esse conto?
(    ) 5                         (    ) 9                       (   ) 8                     (   ) 10
03. O que o macaco usou para se disfarçar?
(    ) cobriu- se com uma capa.
(    ) colocou uma máscara de onça.
(    ) cobriu-se com folhas ..
(    ) cobriu-se com penas de pássaros.
04. Em que lugar a onça ficou esperando o macaco?
(    ) perto de uma árvore.
(    ) nas margens de um córrego.
(    ) perto das bananeiras.
(     ) em baixo das folhas secas.
05. O que o macaco usou para colar as folhas em seu corpo?
(    ) água.
(     ) suor.
(     ) mel.
(    ) cola.
06. Por que a onça escolheu esperar o macaco perto de um córrego?
____________________________________________________________________
  O macaco    ____________________________________________________________
    A onça        _______________________________________________________________
 
07. Desenhe o momento em que o macaco chegou perto da onça, disfarçado de bicho folharal. Não se esqueça de escrever uma frase sobre os dois animais.




H.S-DONA BARATINHA



AUTOR: FRANCISCO GREGÓRIO FILHO
DONA BARATINHA
Certa vez, dona Baratinha estava arrumando a casa e encontrou uma moeda de ouro.
_ valia uma fortuna, era um tesouro!Dona baratinha segurou aquela moeda com as duas mãos.
Depois guardou a moeda numa caixinha, pôs a fita no cabelo, foi à janela e cantou:
_Quem quer casar com a senhora Baratinha que tem fita no cabelo e dinheiro caixinha?
Apareceu logo o primeiro pretendente: charmoso e com uma crina penteada. Era o cavalo.
Dona baratinha quando viu o cavalo com a crina penteada, suspirou fundo e perguntou:
_ Senhor cavalo, como faz ao amanhecer? O cavalo... Relinchou.
Dona Baratinha suspirou duas vezes... Fundo! E disse: _ É lindo, é muito lindo... Mais eu não quero!
E continuou à janela a cantar: _ Quem quer casar com a senhora Baratinha que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha?
Apareceu o segundo pretendente: pisando manso, todo malhado... Era o boi.
Dona baratinha quando viu o boi malhado, suspirou... Fundo e perguntou?
_ Senhor boi como faz ao amanhecer? O boi mansamente...  Mugiu.
Dona baratinha suspirou duas vezes... E disse: é bonito... É muito bonito, mas eu não quero!
E continuou à janela a cantar._ Quem quer casar com a senhora Baratinha que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha.
Repentinamente surgiu ele, de bigode nervosinho e todo ligeirinho. Era o rato.
Dona baratinha quando viu o rato ligeirinho, suspirou... Fundo! E perguntou: _ Senhor Ratão, como faz ao amanhecer?
O rato ligeirinho guinchou. Dona baratinha apaixonou-se e ali mesmo combinaram o casamento.
Dona Baratinha colocou um vestido com as cores da faísca do sol.
Dom Ratão colocou um jaquetão com seis botões e gravata colorida.
Vai dona baratinha para a igreja acompanhada das madrinhas.
 Vai dom Ratão com seu jaquetão. Mas de repente... Dom ratão sente um cheiro gostoso e deixa de ir para a igreja e segue o aroma com seu focinho tremelicando. Entra na casa de dona Baratinha, chega à cozinha e vê o panelão de feijão fervendo. Dom ratão chega bem pertinho sentindo aquele cheiro e cai dentro da panela de feijão.
Na igreja dona Baratinha e os convidados  esperam, esperam... Decidem então voltar para casa e comer antes do casamento. Dona baratinha se aproxima do panelão, vê Dom Ratão dentro do panelão e chora, chora e chora...
Uma semana depois, põe a fita no cabelo, vai á janela e continua sua cantiga.
FRANCISCO GREGÓRIO FILHO

AUTOR: FRANCISCO GREGÓRIO FILHO
DONA BARATINHA

01. O que Dona Baratinha encontrou?
(    ) uma cédula de R$ 10,00.
(    ) uma moeda de prata.
(    ) uma moeda de ouro.
(    ) uma moeda de bronze.
02. O que fez Dona Baratinha depois de encontrar a moeda?
(    ) comprou um vestido amarelo.
(    ) foi à janela cantar.
(     ) comprou sapatos.
(     ) foi procurar o dono da moeda.
03. Faça um x no nome do primeiro pretendente que apareceu à janela de Dona Baratinha.
(    ) boi.
(    ) rato.
(    ) cavalo.
(     ) leão.
04. Que pretendente deixou Dona Baratinha completamente apaixonada?(    ) boi.
(    ) rato.
(    ) cavalo.
(     ) leão.
05. Qual o sinônimo da palavra “aroma”?
(    ) panelão.
(    ) cheiro.
(    ) feijão.
(    ) fortuna.
06.  Use sua imaginação! Pense na hora em que dom Ratão, deixou de ir para a igreja e caiu dentro da panela de feijão.




H.S- MENA E ANISINHA

                          AUTOR: HERNAN GARRIDO LECCA

MENA E ANISINHA


Filomena era uma tartaruga muito, mas muito grande, tão grande como um fusca. Todos a chamavam de Mena.

Mena era muito elegante e sempre andava com um chapéu verde- limão em forma de cogumelo, enfeitado com duas plumas: uma laranja e outra amarela. Ela usava um perfume de lavanda que seguia seu caminhar pretensioso pelas ruas da cidade.
O que ninguém sabia era que Mena não tinha boa visão; e como era muito vaidosa, não gostava de usar óculos.
Mas como Mena fazia para caminhar tão orgulhosa pelas ruas das cidades? Havia um segredo (muito bem guardado):  ela tinha uma pequena amiga que lhe ajudava: a pequenina Anisinha.
Anisinha era uma tartaruga tão pequenininha que a chamavam assim, porque, além de pequena, era marronzinha como um grão de anis. Anisinha, ao contrário de Mena enchergava muito bem, mas era tão pequenina que tinha medo de que as pessoas pisassem nela ao andar pelas ruas da cidade.
Anisinha morava no chapéu em forma de cogumelo de Mena.
Quando saiam para passear pelas ruas da cidade, Anisinha abria as janelinhas da sua casa e, assim, ali do chapéu ia dizendo para Mena por onde ir para que não tropeçasse.
 O mais complicado era subir e descer escadas. Para subir, Anisinha esticava o pescoço pela janelinha da frente do chapéu, calculava a distancia entre cada degrau e gritava:
__ pata dianteira direita: trinta centímetros para frente...
Certo! Pata dianteira esquerda para frente... Para cima! Isso! Muito bem!
Descer escadas era mais fácil e divertido, mas também era trabalhoso para Anisinha; ela guiava Mena até a beirada da escada, as duas recolhiam as patas e                         deslizavam escada abaixo, como um patinete a toda velocidade.
Todo esse balanço deixava a casa de Anisinha como se ali tivesse passado um turbilhão.
E, assim, Mena e Anisinha viviam felizes percorrendo juntas as ruas da cidade.

HERNAN GARRIDO LECCA. MENA E ANISINHA. SÃO PAULO: SALAMANDRA, 2008.

01.  Qual era o problema de Filomena?

(     )  tinha a pata quebrada.

(     ) não enxergava bem.

(     )  era muito pequenininha.
(     ) não podia tomar sol.

02.  Por que Mena não gostava de usar óculos?

(    ) porque todos seus amigos iam sorrir.
(     ) porque era vaidosa.
(     ) porque queria mostrar seu lindo chapéu.
(     ) porque adorava mostrar os seus olhos.
03. Porque Anisinha sempre  estava dentro do chapéu de sua amiga Mena?
(     ) tinha preguiça de andar sozinha.
(     ) era muito novinha e não conseguia andar.
(    ) tinha medo de que pisassem nela.
(    ) era marronzinha.
04. Qual é o sinônimo da palavra turbilhão encontrada no texto?
(     ) vento forte.
(     ) um caminhão.
(     ) janelinhas.
(    ) água.
05. Leia o texto novamente e circule as palavras que você não conhece o significado. Pergunte a alguém da sua família se eles sabem o que significa?
_________________________________________________________________

06. Reescreva do texto a palavra que indica medida de comprimento.

_________________________________________________________________
07. Imagine o momento em que Mena e Anisinha estão descendo as escadas e ilustre no quadro abaixo. Não se esqueça de fazer uma frase para cada uma delas.
MENA _________________________________________________________________
ANISINHA _____________________________________________________________
 

MEU AMIGO GIBI

projeto meu amigo Gibi

Introdução
De acordo com as pesquisas mais recentes, as histórias em quadrinhos têm sido utilizadas como um recurso de apoio didático no processo de alfabetização e outros níveis de ensino.                 
A História em Quadrinhos (HQ) tem como marco inicial a arte rupestre na caverna Altamira, Espanha. Aquelas representações pictóricas serviam para ensinar aos caçadores mais novos como realizara a captura de animal. Mesmo sendo um conjunto de desenhos dispostos em seqüência, de modo a formar uma narrativa visual, observemos uma informação sob forma de história, sendo assim, os quatorzes ilustrações que encontramos na Via Sacra e que adornam as capelas são uma HQ.
A HQ moderna, com a adesão de balões de fala e produto da indústria cultural, surgiu em 1895, na tira YELLOW KID (menino amarelo) publicada no NEW YORK JOURNAL. Desde então não há um só país que não tenha, em algum momento, publicado esse tipo de material.
As HQS podem ser publicadas em qualquer mídia impressa ou eletrônica, são conhecidas popularmente no Brasil como Gibis, por causa do lançamento da revista Gibi, EM 1940. A obra de maior sucesso em nosso país é sem duvida, a Turma da Mônica, de Maurício de Souza, desde 1959
    Justificativa
Por serem excelentes ferramentas na alfabetização e no desenvolvimento da cultura visual, lingüística e ética é que a EMEF Francisco Sales de Carvalho elaborou o projeto Meu Amigo Gibi a ser desenvolvido com os alunos de 2º ano. As atividades e conteúdos propostos permitirão principalmente conhecer as características de um Gibi, os diferentes personagens, as onomatopéias contidas nas HQ ,os tipos de balões, as expressões do rosto dos personagens, a leitura de imagens, a seqüência dos quadrinhos, apreciar a leitura por prazer, para se divertir, desenvolvendo comportamentos leitores e escritores dessas crianças que fazem parte de uma comunidade carente (Córrego da Forquilha ll, situada a 12km de Jijoca de Jericoacoara) em que as famílias em sua maioria apresentam pais e avós analfabetos, sem nenhum recurso de leitura em casa.
Procuramos com esse trabalho resgatar o hábito de leitura, pois é de suma importância para o desenvolvimento de nosso educando. O mesmo irá motivar, incentivar, estimular a concentração, a curiosidade e o raciocínio lógico, portanto desmistificar a idéia  de que ler é ruim.


 OBJETIVO GERAL
Oportunizar aos alunos que cursam o 2º ano conhecerem títulos diversificados de Gibis, despertando o interesse e prazer pela leitura, intensificando seu hábito.
            OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
·         Incentivar a leitura e torná-la um ato prazeroso e significado;
·         Conhecer personagens consagrados das Histórias em Quadrinhos bem como seus autores: Maurício de Souza, Mônica, Cebolinha, Mickey, etc.
·         Criar momentos de integração entre alunos e pais;
·         Desenvolver habilidades de leitura, compreensão e produção textual.
            Conteúdo     
ü  Gênero textual-História em quadrinhos, biografia e descrição;
ü  Leitura e compreensão;
ü  Produção textual.
ü  Revisão textual da fala do personagem Chico Bento.
ü  Pontuação;
ü  Tipos balões;
ü  Onomatopéias;
ü  Dicionário;
ü  Produção não verbal;
ü  Localização;
ü  Tirinhas;  
Reorganização de tirinhas; 
      Sequencia de imagens;


Etapas
·         Selecionar vários títulos de Gibis correspondentes ao número de alunos;
·         Leitura diária de Gibis: cada aluno escolherá um Gibi, do personagem que quiser, ao terminar todas as histórias, escolherá outro e assim sucessivamente.
·         Seleção de histórias para exploração textual e escrita;
·         Apresentação e descrição de personagens;
·         Estudo da biografia de Maurício de Souza como ícone das historinhas em quadrinho;
·         Escolha do Gibi e personagem preferido da turma;
·         Criação e organização de uma gibiteca em sala;
·         Produção de uma carta para os personagens, autor ou um amigo incentivando a leitura;
·         Exibição de filmes;
·         Leitura dramatizada.
·         Culminância do projeto com a exposição de todas as atividades realizada (Gibis, materiais utilizados) para as turmas do1º ao 5º ano, pais e comunidade em geral;
DURAÇÃO
Fevereiro a dezembro de 2011.
            INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
·         Observação no momento em que os alunos estiverem lendo atentando para: concentração, interesse e compreensão, participação e curiosidade no momento das atividades;
·         Registros de atividades realizadas, fotos, etc;
·         Relatório do desenvolvimento do projeto.